Putafobia e Violência

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Prostituição e direitos humanos: à sombra da (des)regulamentação

Michelle Agnoleti
Em julho de 2015 assistimos no plano global a um debate virulento sobre prostituição. Ele foi suscitado pela campanha lançada por organizações que defendem a abolição da prostituição para erradicar o tráfico de pessoas contra a nova política anunciada pela Anistia Internacional, de apoio aos direitos das pessoas envolvidas com trabalho sexual. Em resposta, as organizações e redes de profissionais do sexo de várias regiões do mundo e seu aliados e parceiros levantaram suas vozes para defender a política anunciada pela Anistia, lembrar uma vez mais que os direitos das pessoas envolvidas em trabalho sexual são direitos humanos e argumentar em favor da descriminalização da prostituição.

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Holanda: programa em canal evangélico deixa trabalhadoras putas da vida

O canal de televisão evangélico holandês eo.nl estreou em 6 de janeiro o programa “Jojanneke in de wereld van prostitutie” (“Jojanneke no mundo da prostituição”), conduzido pela jornalista Jojanneke van den Berge. Antes mesmo da estreia, as chamadas do programa já causavam indignação na comunidade de trabalhadoras sexuais de Amsterdã. Quem escreve é Mark van der Beer, para o Red Light District News.

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Urgente: ativista do Strass é preso em Paris ao falar com trabalhadoras sexuais

Thierry Schaffhauser sofreu abuso policial na véspera do Dia Internacional Pelo Fim da Violência Contra Trabalhadoras Sexuais. Publicamos o comunicado conjunto do Strass (Sindicato do Trabalho Sexual da França), da Acceptess-T, da Act Up Paris, da Cabiria, do Coletivo 8 de Março Para Todas, do Coletivo de Mulheres de Strasbourg-St. Denis e do Transgender Support Strasbourg.

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“A gente tem direitos como qualquer trabalhador”

Amara Moira
Entrevista destruidora com a trabalhadora sexual que atualmente encabeça as denúncias contra a invasão policial no prédio da Caixa, em Niterói, no dia 23 de maio de 2014, local que abrigava mais de 90 apartamentos de prostituição. A ativista vem sendo desde então ferrenhamente perseguida pela polícia do Rio de Janeiro, tendo sido já presa e estuprada por essa mesma polícia que deveria protegê-la.

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Nova York: trabalhadoras sexuais imigrantes dizem ser vítimas da polícia, não de traficantes

Elizabeth Nolan Brown
Pela segunda vez desde setembro, o New York Times traz o perfil dos tribunais criminais especializados criados no estado para lidar com casos de prostituição, conhecidos como “tribunais de intervenção em tráfico humano”. Este, em Queens, acolhe principalmente os casos de acusadas latino-americanas e asiáticas, incluindo muitas imigrantes não documentadas.

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Quanta empatia merecem as travestis?

Jarid Arraes, para a revista Fórum
Na última quarta-feira, o site da Rede Metropolitana de Rádio noticiou a morte de uma travesti. Ela, que tinha apenas 23 anos, foi jogada na beira de uma estrada por um caminhoneiro que a procurou para um programa, mas acabou por roubá-la e descartá-la do caminhão em movimento. O homem é suspeito de ter agredido outras cinco travestis na cidade de Caçapava (SP). Ninguém se mobilizou para protestar contra o assassinato da travesti, que permanece anônima.

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Em defesa do trabalho sexual

A tentativa de assassinato da atriz pornô Christy Mack é revoltante. Em 8 de agosto, seu ex-namorado invadiu sua casa e durante horas a espancou violentamente, ameaçou matá-la e a atacou sexualmente. A reação pública a esse ato hediondo tem sido igualmente dolorosa, com uma linha previsível, mas não menos destrutiva: que a história de Mack como atriz pornô a fez merecedora desse abuso e dessa tortura horrível.

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