Dia Internacional de Luta por Direitos das Trabalhadoras e Trabalhadores Sexuais

NÃO É TRABALHO mas milhões de pessoas vivem dele, estabelecendo horários de atendimento, negociando honorários por período, negociando práticas envolvidas.
NÃO É TRABALHO mas milhões de pessoas ao redor do mundo sustentam suas famílias a partir do dinheiro que recebem nele.
NÃO É TRABALHO mas milhões de pessoas ao redor do mundo seguem nele por não ter melhor alternativa de renda, que contemple suas necessidades financeiras mínimas e caiba em seu tempo e condição.
NÃO É TRABALHO mas milhões de pessoas ao redor do mundo reivindicam que se reconheça sua condição de trabalho para que possam viver com um mínimo de dignidade e orgulho enquanto o exercem, ao invés de segregação e estigma.
NÃO É TRABALHO???

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Dia Internacional da Prostituta: de olho em Lyon, onde tudo começou

Trabalhadoras sexuais do mundo todo estão reunidas desde este domingo em Lyon, na França, nos Encontros Internacionais dos Trabalhadores do Sexo, organizados pelo sindicato francês Strass. São dois dias de reuniões, debates, palestras e workshops, seguidos de uma manifestação convocada para terça-feira, dia 2, diante da igreja de Saint Nizier.
Essa manifestação será muito importante. Desde 1975, 2 de junho é o Dia Internacional da Prostituta. A data comemora a ocupação da igreja de St. Nizier, no centro de Lyon, por cerca de cem trabalhadoras sexuais que protestavam contra a repressão policial.

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Amsterdã: guerra entre prefeitura e trabalhadoras sexuais se intensifica

A guerra entre as trabalhadoras sexuais e a Prefeitura de Amsterdã, na Holanda, se intensificou neste 1º de Maio, Dia do Trabalhador, com a ocupação de janelas de trabalho interditadas do Bairro da Luz Vermelha por prostitutas lideradas pelo sindicato PROUD. Essas janelas pertenciam a um único proprietário, que perdeu a licença para operar 18 delas depois de 30 de abril, por causa de diversas irregularidades.

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Suécia: estudo sugere que lei de criminalização de clientes é um fracasso

A Rede Global de Projetos de Trabalhadoras Sexuais (NSWP) analisa um novo relatório sobre os efeitos da lei que criminaliza clientes de trabalhadoras sexuais na Suécia. Elaborado a pedido da a Associação Sueca para Educação em Sexualidade (RFSU), o estudo conclui que os efeitos positivos da proibição têm sido muito exagerados e levaram a uma vulnerabilidade maior para as trabalhadoras sexuais.

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Depoimento: modelo sueco reprime direitos de cidadania

Pye Jakobsson, presidente da NSWP (Rede Global de Projetos sobre Trabalho Sexual) comenta um artigo elogioso ao chamado Modelo Sueco, publicado em 26 de novembro pelo Gay News Network, da Austrália.
“Sou uma trabalhadora sexual sueca e… sempre acho um pouco curioso quando pessoas virtuosas pensam que são tão mais inteligentes do que o UNDP (Programa de Desenvolvimento da ONU), o Unaids (programa Conjunto da ONU para HIV/Aids) e a OMS (Organização Mundial da Saúde), que são, todas elas, a favor da descriminalização do trabalho sexual e contra o Modelo Sueco…”

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Relatório: o modelo sueco de criminalizar o trabalho sexual

Um belo exemplo de colaboração internacional entre trabalhadoras sexuais, num momento em que vários países discutem projetos de legalização da prostituição e outros debatem a criminalização de clientes. O que mudou e o que ficou igual desde que o governo sueco criminalizou o trabalho com sexo, mais de uma década atrás? Quais são os resultados das políticas de tolerância zero na Suécia? O relatório foi disponibilizado em inglês pela Global Network of Sex Work Projects (NSWP).

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Vigília por trabalhadoras sexuais assassinadas na Guiana

Em 27 de julho, em Georgetown, trabalhadoras sexuais da Guiana entraram em confronto com a polícia ao se reunir para uma vigília em homenagem a duas trabalhadoras sexuais transgênero que haviam sido assassinadas uma semana antes. O confronto começou quando um grupo de policiais ordenou que as participantes do velório parassem de bloquear as ruas e, supostamente, fez comentários depreciativos às trabalhadoras sexuais reunidas.

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