Apoie a Casa Nem durante a pandemia de coronavírus

Uma pergunta recorrente: como apoiar as trabalhadoras sexuais durante a quarentena? A Casa Nem, sob a coordenação de Indianara Siqueira, é uma das instituições mais ativas no apoio às trabalhadoras sexuais, pessoas trans, travestis e NB, e precisa de colaboração para manter esse trabalho.

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Trabalho sexual em tempos de pandemia

Trabalhadoras sexuais, assim como todas as pessoas que exercem trabalho precário e à margem de direitos neste país, nos vimos de um dia para o outro sem renda e perspectiva. A chegada dos primeiros casos de Covid-19 no país tiraram de baixo do tapete aquilo que já vínhamos percebendo há mais de ano: as políticas de austeridade, a retirada de direitos e a política neoliberal da extrema direita não dão conta de proteger quem mais precisa em tempos de calamidade.

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Belo Horizonte: pandemia deixa centenas de trabalhadoras sem renda e moradia

Distanciamento social imposto pelo Covid-19 e fechamento de hotéis do baixo Centro podem expor categoria à extrema precariedade; prefeitura ainda não sabe como vai lidar com a questão.

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Sexo, mentiras e vigilância: algo está errado com a guerra contra o tráfico sexual

Fato: a censura sexual é um mercado lucrativo em ascensão. Grandes empresas do Vale do Silício, como Facebook, Twitter, Snapchat se associaram a uma única organização de combate ao tráfico sexual cujos métodos são duvidosos. A Thorn mantém um canal de coleta de dados e ajuda as autoridades a fiscalizar e rastrear profissionais do sexo sem o seu consentimento.

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Modelo Nórdico: a criminalização contínua dos profissionais do sexo no norte da Europa

O “Modelo Nórdico” ou “Modelo Sueco”, cuja característica central é a proibição da compra de sexo, se apresenta como a alternativa inteligente, compassiva e progressista à perseguição incessante das pessoas que vendem sexo, ao transferir o peso do estigma para cafetões e clientes. Na prática, o modelo tem reforçado a perseguição policial contra trabalhadoras sexuais, como relata Alek Nielsen.

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A uberização da prostituição: profissionais falam de suas experiências com apps de encontros pagos

Stefanie Lohaus, para Motherboard
A internet, se não acabou com  a figura do intermediário, trouxe inovações para o mercado do sexo pago – do mesmo modo que para todos os outros ramos de negócio. Ainda raros no Brasil, onde as acompanhantes conquistam seus clientes pelo Tinder e o Happn, na Europa eles chegaram há alguns anos e pra ficar – enquanto durarem.

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