Dia Internacional de Luta por Direitos das Trabalhadoras e Trabalhadores Sexuais

NÃO É TRABALHO mas milhões de pessoas vivem dele, estabelecendo horários de atendimento, negociando honorários por período, negociando práticas envolvidas.
NÃO É TRABALHO mas milhões de pessoas ao redor do mundo sustentam suas famílias a partir do dinheiro que recebem nele.
NÃO É TRABALHO mas milhões de pessoas ao redor do mundo seguem nele por não ter melhor alternativa de renda, que contemple suas necessidades financeiras mínimas e caiba em seu tempo e condição.
NÃO É TRABALHO mas milhões de pessoas ao redor do mundo reivindicam que se reconheça sua condição de trabalho para que possam viver com um mínimo de dignidade e orgulho enquanto o exercem, ao invés de segregação e estigma.
NÃO É TRABALHO???

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Na Índia, trabalhadoras sexuais criam seu próprio banco

Rita Rai deixa as alamedas lotadas do bairro de prostituição de Sonagachi, em Kolkata, às 9 horas todos os dias, para ir ao escritório do banco Cooperativo Usha. Ela passa seu dia ajudando mulheres a abrir contas e avaliando pedidos de empréstimos para apresentar à diretoria. Para Rita, uma trabalhadora sexual que também é integrante da diretoria, suas responsabilidades são uma rota para o empoderamento. O banco, comandado por e para as trabalhadoras do sexo, é a tentativa de pavimentar o caminho da segurança social para elas mesmas e de lançar as bases de um futuro para suas crianças.

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