Lançamento PutaFeminista BH
Monique Prada lançou o livro “Putafeminista” em debate com Amara Moira e Santuzza Alves de Souza na Casa do Jornalista, em Belo Horizonte. O encontro foi gravado por MidiaNinja.
Read MoreMonique Prada lançou o livro “Putafeminista” em debate com Amara Moira e Santuzza Alves de Souza na Casa do Jornalista, em Belo Horizonte. O encontro foi gravado por MidiaNinja.
Read MoreAs leis SESTA e FOSTA vão impactar o trabalho de profissionais do sexo do mundo inteiro. Elas foram “vendidas” como uma forma de coibir o tráfico humano e a exploração sexual na internet, mas não fazem nenhuma distinção entre profissionais do sexo, pessoas falando a respeito de sexualidade e vítimas de exploração sexual. Este texto procura traduzir toda essa confusão e explicar como isso afeta as profissionais brasileiras e o que podemos fazer a respeito.
Read MoreStormy Daniels não é a única que poderia superar o POTUS. A América é diversa, em constante evolução e merece mais, então criamos uma pequena lista de profissionais do sexo – as mesmas mulheres que Trump considera “nojentas” – que achamos que fariam melhor o trabalho de Trump do que Trump. Porque o estigma é estúpido e profissionais do sexo são seres dignos.
Read MoreO plano do governo holandês de “limpar” o Red Light District de Amsterdã e livrar a área do crime organizado forçou o encerramento de muitas janelas de bordel, deslocando as profissionais do sexo e disponibilizando prédios valiosos para o mercado imobiliário.
Read MoreAos 22 anos, Lol faz o estilo adolescente, que reforça propositalmente. Engana-se, porém, quem pensar que ela foi aliciada em sua inocência ou arrastada pela falta de perspectivas de uma vida sofrida. Lol começou a vender seu corpo aos 18 anos porque assim o quis. Estava muito mais segura sobre o que queria para seu futuro do que muitos jovens universitários.
Read MoreLourdes recebeu a homenagem por seus 30 anos dedicados à luta em defesa da categoria na noite de 8 de maio, no Jardim Itatinga (Campinas-SP). Ela é representante da Rede Brasileira de Prostitutas e do Movimento de Prostitutas de Belém do Pará (GEMPAC).
Read MoreTenho evitado falar sobre os homens que contratam prostitutas em meu ativismo até que me vi obrigada a falar sobre eles dentro de toda uma luta que envolve mulheres em sua maioria. Não é de livre e espontânea vontade, obviamente, mas são eles que vêm ganhando o enfoque da luta contra a prostituição – quando o foco deveria ser as mulheres que exercem esse trabalho.
Read MorePasseando pelos textos e comentários internet afora, observo que sempre no auge das indignações os autores escrevem “filho da puta”. Aliás, nas tretas da vida, toda a vez que se quer ofender, humilhar, rebaixar alguém, o chamam de “filho da puta” – como se fosse “imoral” ser filho daquela que sai de casa todos os dias para prestar seu serviço, trabalhar como qualquer outra trabalhadora para sustentar casa e família e assim, tentar dar aos seus a dignidade que a sociedade hipócrita e cruel insiste em dizer que não temos, por sermos putas.
Read MoreStefanie Lohaus, para Motherboard
A internet, se não acabou com a figura do intermediário, trouxe inovações para o mercado do sexo pago – do mesmo modo que para todos os outros ramos de negócio. Ainda raros no Brasil, onde as acompanhantes conquistam seus clientes pelo Tinder e o Happn, na Europa eles chegaram há alguns anos e pra ficar – enquanto durarem.
A Holanda não quis criar um ambiente seguro pra profissionais do sexo, mas sim lucrar em cima desse trabalho e definir que pessoas e de que forma poderiam exercê-lo. Prostituição de rua é proibida lá, impostos altíssimos sobre a atividade regulamentada, aluguel absurdo das vitrines, aí o Red Light District se tornando cada vez mais circo, turistas e mais turistas.
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