Coragem, altivez e dignidade
Henrique Marques-Samyn escreve sobre três participantes do debate promovido pelo Observatório da Prostituição no IFCS-UFRJ.
Leia maisHenrique Marques-Samyn escreve sobre três participantes do debate promovido pelo Observatório da Prostituição no IFCS-UFRJ.
Leia maisRelatório aponta que o comércio do sexo se retraiu durante o torneio e não houve aumento substantivo nem da prostituição nem da exploração sexual de menores que pudesse ser atribuído ao crescimento do comércio do sexo por efeito da presença massiva de turistas sexuais.
Leia maisNesta edição de seus “Diálogos”, o tema é “a regulamentação da prostituição no marco dos direitos civis e sexuais”.
Leia maisDeborah Coughlin, para o Feminist Times
Quando o Daily Mail descreveu nossa entrevistada como uma “feminista dissidente”, em dezembro passado, nós sabíamos que tínhamos que falar com essa mulher que está fora da corrente principal do feminismo, a professora e escritora Camille Paglia. Eu queria saber por que não é fácil enquadrá-la em um campo, o que podemos aprender com sua dissidência e se, olhando para trás, ela consideraria agir de forma diferente na esfera pública. Paglia amoleceu com a idade? Mmm, a resposta é um forte grito de NÃO!
Jarid Arraes, para a revista Fórum
Na última quarta-feira, o site da Rede Metropolitana de Rádio noticiou a morte de uma travesti. Ela, que tinha apenas 23 anos, foi jogada na beira de uma estrada por um caminhoneiro que a procurou para um programa, mas acabou por roubá-la e descartá-la do caminhão em movimento. O homem é suspeito de ter agredido outras cinco travestis na cidade de Caçapava (SP). Ninguém se mobilizou para protestar contra o assassinato da travesti, que permanece anônima.
Elas contaram que um homem ameaçou matá-las se cada uma não lhe pagasse R$ 40 por dia. A “diária” seria para poderem atuar como profissionais do sexo na região do centro. O grupo registrou queixa na polícia.
Leia maisUm belo exemplo de colaboração internacional entre trabalhadoras sexuais, num momento em que vários países discutem projetos de legalização da prostituição e outros debatem a criminalização de clientes. O que mudou e o que ficou igual desde que o governo sueco criminalizou o trabalho com sexo, mais de uma década atrás? Quais são os resultados das políticas de tolerância zero na Suécia? O relatório foi disponibilizado em inglês pela Global Network of Sex Work Projects (NSWP).
Leia maisEle só será preenchido quando as trabalhadoras sexuais brasileiras se organizarem para lutar por seus direitos.
Leia maisDesde um ano e meio atrás, as prostitutas da província de Mendoza, reunidas na Associação de Mulheres Meretrizes da Argentina (Ammar), junto com a deputada Lorena Saponara (FpV), trabalham em projeto de lei para regulamentar o trabalho sexual autônomo e voluntário.
Leia maisA tentativa de assassinato da atriz pornô Christy Mack é revoltante. Em 8 de agosto, seu ex-namorado invadiu sua casa e durante horas a espancou violentamente, ameaçou matá-la e a atacou sexualmente. A reação pública a esse ato hediondo tem sido igualmente dolorosa, com uma linha previsível, mas não menos destrutiva: que a história de Mack como atriz pornô a fez merecedora desse abuso e dessa tortura horrível.
Leia mais