Direitos

“A pobreza é objetificante, degradante e punitiva”

A Universidade Aberta das Trabalhadoras Sexuais (SWOU, do Reino Unido) publicou uma declaração sobre o trabalho sexual, a questão da pobreza e o chamado Modelo Sueco de criminalização dos clientes. “Tem havido um movimento recente para criminalizar os clientes de trabalhadoras sexuais. Frequentemente, aqueles que defendem essa lei citam a pobreza como uma forma de repressão econômica, que empurra as pessoas a venderem sexo e retira suas escolhas.”

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Combatendo o estigma

20 atitudes sutilmente preconceituosas que você pode ter sem nem perceber

Das melhores coisas que me aconteceram durante este período em que estive trabalhando como prostituta, e me expondo, mantendo pouco segredo e distância entre a minha vida pessoal e profissional, foram as amizades que conquistei. Conheci gente das mais diversas atividades e idades, seja nos programas, seja em eventos ou encontros de internautas. Conheci muita, muita gente legal mesmo – mas também aprendi assim que nem todas as pessoas que se aproximavam eram verdadeiramente isentas de preconceitos. Muitas simplesmente fascinadas pelo (que consideram ser) ‘underground’ ou pelo que de exótico conseguem perceber na figura de uma prostituta que escreve acabam se aproximando sem abrir mão de estereótipos e conceitos endurecidos do que pensam que somos. Da dificuldade de nos enxergarem como mulheres normais e iguais, que apenas exercem uma atividade diferente, acabam surgindo determinados comportamentos que em si trazem o preconceito velado.

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Legislação

Suécia: estudo sugere que lei de criminalização de clientes é um fracasso

A Rede Global de Projetos de Trabalhadoras Sexuais (NSWP) analisa um novo relatório sobre os efeitos da lei que criminaliza clientes de trabalhadoras sexuais na Suécia. Elaborado a pedido da a Associação Sueca para Educação em Sexualidade (RFSU), o estudo conclui que os efeitos positivos da proibição têm sido muito exagerados e levaram a uma vulnerabilidade maior para as trabalhadoras sexuais.

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Putafobia e Violência

Holanda: programa em canal evangélico deixa trabalhadoras putas da vida

O canal de televisão evangélico holandês eo.nl estreou em 6 de janeiro o programa “Jojanneke in de wereld van prostitutie” (“Jojanneke no mundo da prostituição”), conduzido pela jornalista Jojanneke van den Berge. Antes mesmo da estreia, as chamadas do programa já causavam indignação na comunidade de trabalhadoras sexuais de Amsterdã. Quem escreve é Mark van der Beer, para o Red Light District News.

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EntrevistasTransfobia

“As pessoas não param para pensar que ela está ali porque precisa de dinheiro”

Três meses de página e chegamos ao fim do ano em grande estilo: Amara Moira entrevista Babi Aires, prostituta, ex-produtora do “Amor e Sexo” da Rede Globo.
Prostituição e empregabilidade de travestis e transexuais, possibilidades de moradia, diferença entre trabalhar na rua e por site, centro de São Paulo versus Lapa e Barra da Tijuca, como é fazer filmes, abuso policial, violência sofrida no exercício da profissão… temas quentes, todos eles enfrentados sem rodeios pela nossa convidada da vez! Uma palhinha dela, falando sobre a questão de ter sido prostituta, aí entra pra Rede Globo e depois, demitida, volta a ser só prostituta.

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