Juntanza Puteril: coletivo colombiano lança manifesto pela união da categoria
O coletivo colombiano Juntanza Puteril lançou um manifesto de reafirmação da identidade da categoria e uma convocação pela união na luta por seus direitos.
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Read MoreHoje, 3 de março, é o Dia Internacional pelos Direitos da Prostituta. Esta data é comemorada pelas trabalhadoras sexuais de todo o mundo desde 2021, quando cerca de 25 mil prostitutas do bairro de Sonagachi, na cidade indiana de Kolkata (ex-Calcutá) desafiaram as autoridades e promoveram um festival organizado pelo sindicato Durbar Mohila Shômonbôe Shomiti (Comitê de Síntese das Mulheres Irrefreáveis, ou simplesmente DMSC).
Read MoreNeste momento, duas estratégias muito diferentes para a descriminalização do trabalho sexual estão em curso nos Estados Unidos: uma nos tribunais do Alasca e outra no Legislativo do Colorado.
Read MoreNeste Carnaval, a Unidos do Porto da Pedra, de São Gonçalo, levou para a Sapucaí um enredo belíssimo, falando da história e das lutas das prostitutas no Brasil.
Read MoreA Rede de Trabalhadoras Sexuais da Ásia e do Pacífico (APNSW) produziu duas “aulas” sobre as alternativas de descriminalização e legalização do trabalho sexual
Read MoreO Parlamento da Escócia rejeitou nesta semana um projeto de lei que estabeleceria o “modelo nórdico” de criminalização dos clientes de trabalhadoras sexuais.
Read MoreAs trabalhadoras sexuais são o tema da Escola de Samba Unidos do Porto da Pedra, de São Gonçalo (RJ), no Carnaval de 2026.
Read MoreA Suécia endureceu ainda mais a legislação de repressão ao trabalho sexual ao aprovar projeto de lei que criminaliza a compra de serviços sexuais online, como vídeos ao vivo e conteúdo erótico em sites.
Read MoreGeorgina Orellano
Em 11 de março de 1995 nasceu na Argentina a Associação de Mulheres Meretrizes (AMMAR). Depois da revolta nas celas prisionais de Flores, Constitución e Once, as mulheres que trabalhavam na rua levantaram sua bandeira: poder trabalhar em liberdade e parar de serem presas.
Sophia Rivera, presidente da Associação de Mulheridades, Transexuais e Travestis (AMTT), faz uma crítica profunda e pertinente ao projeto de lei do deputado Kim Kataguiri (União Brasil-SP), que pretende criminalizar a prostituição de rua, incluindo a atividade na Lei de Contravenções Penais de 1941. Para Sophia, o projeto é um ataque concreto aos direitos da classe trabalhadora, em especial mulheres e travestis, e ignora os reais desafios da profissão.
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